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Eu gostaria de caminhar por um breve momento e observar a poesia do mapa astrológico. Preciso dizer primeiro que eu não intenciono fazer ninguém acreditar em astrologia, se você está ouvindo e não acredita que os corpos celestes nos influenciam de muitas maneiras, por favor, pode descontinuar essa leitura.

O que eu sei é que sim, tudo nos afeta, assim como basta entrar uma pequena barata dentro de casa para nos afetar, ou um pernilongo, ou ainda um pássaro, uma borboleta (lembrando que claro, há quem seja indiferente à vida ao redor, não falo de quem seja indiferente aos acontecimentos rotineiros ou extraordinários), mas mesmo uma pedra que entre pela janela, um tiro, uma flor, uma serenata, enfim, mesmo que seja uma coisa o que entre em nossa casa, aquilo nos afeta. Assim também se uma visita tocar nossa campainha, se um desconhecido entrar pela janela…

Logo, seguindo esses passos tão simples de serem observados, se torna evidente que planetas nos afetam. É claro que aí se entraria num embate de estarem distantes demais para isso ou quanto à posição, porque o planeta não está entrando na Terra (como nos exemplos citados)… então a primeira pergunta que surge é por que se restringir a planetas do nosso sistema? E de fato, tem como usar estrelas fixas, por exemplo, olhando o mapa também. Mas essas falas, que normalmente são movidas a sarcasmos e incredulidades, servem apenas para nos impulsionar a fazer um outro questionamento: ter um mapa pontuado por planetas, signos, casas terrestres, aspectos entre eles, enfim… será válido? O que eu recomendo é: teste. Estude você mesmo a sério. Não entregue o mapa na mão de alguém, seja você o próprio leitor dos planetas “pessoais”, teus – de como eles vêm impressos no seu mapa, com seu local de nascimento e hora de nascimento.

Do mais, para quem já sabe que um planeta nos afeta (assim como um professor nos afeta mais em termos de aprendizado e estudo do que uma sala cheia de alunos, ainda que os amigos nos ajudem, e isso responde à pergunta do por quê nos restringirmos aos planetas do nosso sistema apenas, ou mesmo asteroides, mas aí já seria entrando analogamente em participações como por exemplo, estagiários, professores temporários, tendo uma carga reduzida de atuação, ou não necessariamente reduzida, mas muito mais pontual, uma promessa de atuação muito mais específica, sendo necessário antes aprender o que o professor ensina – para que lá se chegue, ou seja, para ter acesso a certos aspectos e certos componentes do mapa, é preciso antes percorrer os planetas que são o básico, tendo tudo isso em mente), observemos a poesia de um mapa astrológico, um mapa vindo das estrelas…

Para isso, eu não observarei a astrologia em si mesma, mas sendo um mapa algo que nos possibilita tomarmos decisões de direcionamentos quando estamos na rua ou na estrada, um mapa astrológico é uma ferramenta que nos possibilita decidirmos mais claramente sobre direções na Vida aqui, em carne, direções essas que se dão moralmente na consciência (como conhecer o bom, o belo e o verdadeiro) para então se tornarem desejos (desejar o que é bom, belo e verdadeiro) e, por fim, agir (tendo atos bons, belos e verdadeiros), sendo vias que tomamos em todos os níveis, procurando unir cada vez mais a mente, os desejos e as ações, tendo um coração que faça o fardo de tornar leve e o jugo, suave.

E aí pode surgir a pergunta: será sempre melhor seguir o mapa astrológico que temos na vida presente, ao invés de, por exemplo, refutá-lo? A resposta é: sim, é melhor seguir o mapa ao invés de inventar um por nós mesmos. É aconselhável sempre seguir o mapa que nos é dado, não de maneira estática, mas de maneira astrodinâmica, pois na própria analogia dele com um mapa de papel ou um GPS, essa analogia nos permite ver que ter um GPS ou um mapa das antigas para viajar é muito melhor do que ir sem saber nada do caminho. Contudo, há uma diferença entre um GPS e um mapa, e ela é importantíssima: pois o mapa mostra as formas já abertas de se chegar lá, e Você faz as escolhas de ‘por quais vias’ se chegará ou se desviará – aquela história da gente ver que tem um lugar legal pra fazer uma parada, um lugar bonito para se conhecer e que é pertinho, um amigo a se visitar no meio do caminho, um atalho a se tomar, e isso pode inclusive se tornar um atraso, ou nos levar a esquecermos aonde íamos. O GPS te fornece uma via já pronta sem que você saiba por onde irá passar efetivamente, claro que se pode mudar a rota, olhar num todo esse mapa tecnológico, mas, a priori, ele é uma escolha absolutamente reducionista e fria – o que é um risco confiar numa máquina, ainda que, caso erre, ela tem a facilidade de recalcular o caminho, mas sendo sempre uma resposta forçada, escolhida por uma máquina, não por Si mesmo, de forma quente e expansiva, assim como responsável.

Por isso é importante estudar por si mesmo, você é o método das antigas para se chegar nas vias de fato, ou se pode ter um ‘copia e cola’ do Google,  vai e dá um Google sobre o que significa cada coisa e sair por aí reproduzindo o que uma máquina me informou, um livro me informou, mas eu não aprendi e não apreendi por mim mesmo, por mais que alguém me explique e me ensine eu preciso aprender por mim, compreender essas relações por mim mesmo, ter uma bússola interna para que, quando eu veja qualquer mapa, eu não precise mais pesquisar no Google o que aquilo significa, e vá aprendendo aos poucos, ainda que, claro, ler livros, buscar informações é o primeiro passo, ter um GPS pode ser uma boa ferramenta se bem utilizada.

Enfim, muitas analogias e lógicas podem ser traçadas com essa imagem do mapa, qualquer um que viaja sabe como é isso. Ou mesmo bastando andar de carro em São Paulo, é fácil também se perder ou passar a saída sem querer por estar distraído e ter que fazer um retorno horrível ou uma volta gigantesca pra chegar ao ponto ao qual se ia, por exemplo. Por isso é importante estar e ser presente, atento, sendo que nosso mapa também traz certos eventos que nós aceitamos e escolhemos com hora marcada, ou seja, se Maomé não estiver perto da montanha, a montanha vai se materializar perto de Maomé, e isso pode significar soterrar pessoas, ou mesmo materializar em cima do nosso pé, porque não estávamos atentos. A culpa não é da montanha nem de quem moveu ela para lá, mas sim nossa a responsabilidade por nos comprometermos com aquilo desde antes.

Ou seja, o mapa é uma forma, senão A forma, hoje, mais segura de se saber como chegar onde se tem que chegar. O problema, ou solução, é que: ele não é um gerador de fórmulas, ele apenas aponta que se você fizer de um determinado jeito, terá tal resultado, e se fizer de outro, um outro resultado, ou mesmo que ‘não é possível fazer de determinado jeito’, ou vai requerer muito esforço que seja feito de um outro jeito – tudo como possibilidade, sendo impossível prever totalmente o futuro, ainda que se possa e se deva observar as Probabilidades.

Por exemplo, Netuno no Ascendente pode ser traço antigo de uma rota para a mediunidade – uma rua no mapa que se apresenta aberta, sabendo disso, eu posso evitar pegar essa rua que já está dada no mapa, e usar o mapa para abrir uma nova vereda, podendo fazer isso conscientemente para transformar essa facilidade mediúnica em uso positivo dos corpos, ou seja, ter o descolamento dos éteres a serviço junto de seres elevados, e não de espíritos aleatórios, sabe-se lá com quais intenções e até maldades – a ferramenta, o ponto de partida, é a mesma: Netuno no Ascendente, mas ao invés deu pegar a rua fácil, já pronta e feita, que seria a mediunidade, eu vou trabalhar dobrado pra ampliar o horizonte prum outro lado – como, por exemplo, para a clarividência: se eu já asfaltei a quadra da esquerda, vou asfaltar a da direta, por assim dizer, porque é essa a possibilidade que se me aparece.

Ou seja, o mapa em si mesmo não faz como o GPS que busca uma fórmula de “vire à direita, depois ande tantos quilômetros, depois vire à esquerda” e assim vai, pegando a rota mais fácil e rápida, com parâmetros rasos para escolher por quais experiências passar na vida; essa futilidade e frieza somos nós que fazemos com o mapa quando não o conhecemos, nós vamos chegar onde temos que chegar (caso não causemos antes um acidente, claro, imprevistos acontecem, pois nada nos tira o livre-arbítrio, inclusive de fazer merda), mas será de uma forma inconsciente que se chegará lá, sem a dita Liberdade… ou com uma liberdade reduzida, porque eu escolhi usar o GPS, então pode-se dizer que é uma liberdade de escolha que pode ter graus: ela pode ser desde uma ignorância – aquilo que eu ignoro: eu sei que tem uma forma melhor para lidar, mas eu ignoro -, a até ser algo inocente, como realmente não ter ferramentas para aprender a ler um mapa, então uso um GPS, ou sequer sei que mapa existe, assim como por pura preguiça, por pura lassidão de caráter e de comprometimento consigo mesmo.

Por isso é lindo e maravilhoso estudar astrologia e conhecer a dinâmica dos astros, pois assim você irá traçar a tua própria viagem seguindo o mapa, mas podendo ter a paisagem que faça com que se torne leve a carga, e surpreendente, porque será a primeira vez conhecendo aquela vista, aquele terreno….

Muitas vezes o destino de um mapa é quando o ponto, onde se chegaria, se torna uma linha… ou seja, ele é alcançado não por termos finalizado algo, mas por termos percorrido por livre-arbítrio todo o caminho. É simples, não é fácil.

Ou seja, em um mapa analógico, de papel, eu traço a linha e vejo o percurso, escolho o percurso que irei fazer por livre e espontânea vontade para chegar naquele ponto, então o percurso se torna muito mais cativante de ser feito, muito mais surpreendente, eu tenho as rédeas dele na mão de fato. O GPS não, eu ponho um local onde quero chegar e ele me leva àquele ponto e, por assim dizer, eu ignoro tudo o que há no meio do caminho, eu não me atento a tudo o que há no meio do caminho, eu não procuro conhecer tudo o que há no meio do caminho.

O mapa é um dos grandes e divinos auxílios que temos. Ele não determina, ele aponta pontos para que você mesmo aprenda a fazer deles linhas. E isso estou falando apenas de idealmente dois planos, duas dimensões, sem entrar em detalhes da terceira e até mesmo quarta, quinta, sexta e, enfim, tantas possíveis dimensões a serem trabalhadas enquanto vivemos nosso mapa.

E nos atentemos:
quando alguém diz para você forjar um mapa novo ou inventar algo no mapa atual, presente, esta pessoa está sugerindo que você deva fazer sozinho um trabalho que você já fez com a ajuda de seres superiores, porque eles, ainda que nós não vejamos nem sintamos com nossos cinco sentidos, estão fazendo todo esse caminho conosco o tempo todo, creiam!

Quando inventamos algo de nós mesmos, sozinhos, estamos criando um anticaminho do que foi feito fraternalmente anteriormente (antes de nascermos). Porque sim, nós escolhemos quando vamos nascer, onde, que horas, nós já sabemos isso tudo previamente, nossa vida previamente em pontos específicos, não os detalhes, mas pontos específicos que são justamente os pontos que nos são dados, os detalhes – o que haverá dentro dessa linha, de que cor será essa linha que você irá fiar, que cumprimento ela terá, enfim, esses são os detalhes que nós devemos ousar fiar. Mas, ao criar um anticaminho, ao forjar ou inventar um mapa depois de nascido, é como trair o grupo, não porque se trai aos homens – humanos que somos -, mas a seres ainda mais elevados, e divinos.

Olha a responsabilidade de se conhecer o caminho!

Porque todo o mapa é forjado junto a seres que estão em outras esferas, em outras dimensões, em outros mundos. Então fazer sozinho seu mapa depois de nascido é como se rebelar contra tudo o que já foi planejado espiritualmente, com você sabendo, ainda que agora não se lembre.

Para isso nos é dado um mapa, pois nossa liberdade em trilhar e conhecer novas rotas não é tirada, ao contrário, é esse o presente, e nós que vivemos a repetir a mesma rua e mesmo caminho das vidas passadas de maneira reprodutiva, ressentida e reativa, nos tornando, assim, reféns das estrelas, achando que estamos sendo punidos, acreditando em coisas terríveis, ainda que o mal exista, mas sendo preciso ter uma visão mais madura sobre o que é tudo isso, todo esse paradoxo e dualidade e o que eles representam e como efetivamente se escolhe que caminho seguir conscientemente, ou, no mínimo, com ciência.

Claro que para saber se estamos vivendo algo legítimo ou algo repetido, só se conhecendo: conhece-te a ti mesmo – a fundo e muito sinceramente, humildemente, pedindo ajuda celeste, justamente.

Porque alguém pode ajudar a ver isso, mas só será realmente visto, ouvido, apreendido quando você mesmo quiser verdadeiramente ver – e dói, dói muito, porque vemos o quanto andamos em círculos a maior parte do tempo, pior do que muitos animais que correm atrás do rabo. Aliás, é muito gozado porque, não sei se já repararam, os animais (pelo menos os meus gatos, pelo que tenho de experiência – pode ser que seja diferente com outros animais, mas a minha experiência me mostrou algo muito engraçado de se observar), eles correm atrás do rabo quando o rabo passa a ter movimentos e espasmos que eles não querem que tenha, quando eles perdem o controle, por assim dizer, do próprio corpo, então começam a correr atrás do próprio rabo como se fosse um ente diferente deles querendo que obedeça de alguma forma, segurando aquele rabo como que para manter quieto, e muitas vezes nós, na vida, com a nossa obsessão, com nossos sentimentos mais baixos, nossas emoções mais baixas, nossos desejos mais baixos queremos o controle de coisas que nós não vamos ter o controle, controle dos outros inclusive, e ficamos a correr em círculos, sendo que igualmente corremos em círculos quando perdemos demais o controle também dos nossos corpos, dos nossos atos, pensamentos, vontades, porque analogamente o ser humano não consegue ignorar que uma parte dele mesmo está agindo de maneira desnorteada, como é o caso de doenças – ou seja, são dois excessos relacionados ao controle ou falta dele. E dói nos vermos verdadeiramente como somos porque é assumir a diferença entre controle e escolha, entre culpa e responsabilidade, porque eu posso “não controlar meu rabo, perder o controle dele ou manter ele num controle rígido entre os dentes, sendo segurado com as patas”, mas eu tenho a escolha de assumir essa escolha de fazer algo efetivo a esse respeito (porque não vou poder morder o rabo para sempre, nem ficar desnorteado a vida inteira), bem como arcar com a responsabilidade em ter escolhido fazer algo ou, ainda, a responsabilidade em não fazer nada em relação a um descontrole meu, seja de forma consciente ou não, porque doenças também são derivadas de descontroles ou controles rigorosos que impomos a nós e aos que nos cercam.

Estudar o mapa astrológico, estudar astrologia é um excelente meio, uma excelente ferramenta, como eu disse talvez a melhor, que nos é dada para começarmos a aprender, a medir esses passos, a percorrermos o caminho. É claro que em algum momento é preciso que haja uma bússola interna, não depender mais de uma folha astrológica, assim como não se depende mais de um mapa literal de papel para se caminhar, porque já se conhece a si mesmo – não em termos de personalidade apenas, mas em termos, principalmente, de espírito, sendo então possível se libertar desses mapas.

É claro que também irá surgir uma outra problemática, problemática em termos de que isso é solução, na verdade, um desafio apenas, que é: ser capaz de se tornar os astros que o Outro precisa naquele momento para curar o mapa que ele mesmo carrega, então alguém que já tenha o mapa, o céu internalizado, alguém que já se solarizou, alguém que já faz o caminho, que sabe o caminho, que está no caminho, que é o caminho, seguindo os passos de Cristo Jesus, nosso único e grande mestre, essa pessoa se torna capaz, assim como Ele “foi” capaz, de realizar esses milagres de encontrar alguém e não fazer uso do seu mapa enquanto algo estático, mas sim de forjar um mapa – não para si, mas para o Outro, que naquele momento que corresponda a aspectos que vão ajudar a sanar o outro que está doente ali na minha frente.

Então estudemos com afinco dentro de nossa capacidade o mapa astrológico e a astrologia como uma ferramenta, não ao nos identificarmos com uma linha que alguém traça para que nós caminhemos (porque aceitar isso é aceitar um processo de mecanização do mapa, como quando alguém diz: “faça isso, não faça aquilo”, que é como dizer “vire à esquerda e ande tantos quilômetros”, é voltar ao GPS. Pode ser útil? Sim. Devemos pedir ajuda? Com certeza, mas sabendo que aquilo é para estudo para que se apreenda e não para que se dependa, é preciso evitar a dependência de um outro que me diga como e o que ver no meu mapa).

É preciso aprender por nós mesmos, vendo com nossos olhos o caminho sendo feito… Não importando se aprender significa ir de ‘A a B’ ou de ‘A a Z’. Cristo é o começo e o fim e nos acompanha todo o tempo durante o meio. Não nos preocupemos com a quantidade de passos e letrinhas, mas sim em sairmos da inércia! Eis um passo importantíssimo, lembrando que sair da inércia não é dar um ou dois passos e parar, porque acha que já foi longe demais, já chegou: “já cheguei onde vaidosamente eu queria”, mas é estar em movimento perpétuo, ainda que como asas que balançam mesmo com a borboleta em pouso – se a gente reparar, a borboleta sempre fica mexendo a asa, mesmo quando parada… Ou seja, não é preciso estar o tempo todo em voo para mexê-las, não precisa ser o tempo todo um bater de asas frenético, assim como dormir também é agir, mas em outros mundos, em outras esferas, o que é preciso é ter consciência de continuar a se mover, ou seja, muitas analogias poderiam ser traçadas para finalmente se chegar ao cerne que é: nos afastemos da ideia apenas aparente ou mesmo lógica e/ou mecânica do que seja movimento, mas sabendo que ele é contínuo externamente & internamente, como um pulso. A intermitência de um movimento externo deve ser o acordar para um movimento interno, assim como o movimento interno e sua intermitência deve ser também em benefício de um movimento externo, sabendo que um não vive separado do outro, porque o grande movimento é o todo, não é só dentro nem só fora, mas ambos.

Amem seus mapas astrológicos, estudem, aprendam por si mesmos a ler aquilo que vocês, junto a outros seres de hierarquias mais elevadas, forjaram, porque, por fim, a poesia contida nele é como pontos que abrem a possibilidade de uma estreita e única passagem. Caminhemos por ela, em cada uma das vidas que nos forem fornecidas para que um dia nos libertemos e não precisemos mais estar aqui em carne…

Que nos voltemos às estrelas e aprendamos a caminhar um pouco mais reto através dos astros refletidos em nosso mapa.

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